segunda-feira, 17 de agosto de 2015



O filme Branco e Preto 

https://youtu.be/Y7Y1yRVb144

é um belo exemplo de superação e de aprendizagem, a vida é complexa e o tempo não para.
As dificuldades e as diversas interpretações a respeito de racismo são um dos pontos desse filme, que vale a pena assistir junto com os filhos e alunos.
É uma historia verídica sensacional!








O filme - Minhas Tardes com Margueritte

https://youtu.be/9M3ArjDkPvA

é muito especial para entendermos como acontecem as dificuldades de aprendizagem, e como elas podem ser quebradas. O amor sempre será uma ferramenta imprescindível  para o crescimento de um ser.

Eu indico a todos os pais e professores.

Esse filme me fez lembrar de um livro maravilhoso de historia infantil - Caligrafia de dona Sofia.
Vale a pena conferir, ele ensina poesia as crianças.
https://youtu.be/rTf36XoEQh0



quinta-feira, 14 de maio de 2015

Arte, Educação e Psicanalise


Leiam este livro maravilhoso

Rede São Paulo de Cursos de Especialização para o quadro do Magistério da SEESP Ensino Fundamental II e Ensino Médio

http://www.acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/40553/4/2ed_art_m2d3.pdf

sábado, 14 de março de 2015

Nova escola e Artes

já até o link, tem muita coisa interessante
http://revistaescola.abril.com.br/arte/

Arte

Como você planeja as aulas de música, dança, teatro e artes visuais na sua escola? Reunimos os melhores conteúdos de NOVA ESCOLA para você organizar o trabalho com as turmas, do 1º ano ao Ensino Médio. Nesta página você confere as novidades do site. Para ter acesso a todos os conteúdos sobre Arte, clique nos botões amarelos, de acordo com o segmento de ensino. Boa leitura!

Especiais
 
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/neurociencia-como-ela-ajuda-entender-aprendizagem-691867.shtml?fb_action_ids=452995851410305&fb_action_types=og.likes

Neurociência: como ela ajuda a entender a aprendizagem

Conclusões da área sobre como o cérebro aprende trazem à tona questões tratadas por grandes teóricos da Psicologia, como Piaget, Vygotsky, Wallon e Ausubel. Saiba como elas podem enriquecer as discussões sobre o ensino

Fernanda Salla (novaescola@fvc.org.br)
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Neurociência: como ela ajuda a entender a aprendizagem. Foto: André Spinola e Castro
A emoção interfere no processo de retenção de informação. É preciso motivação para aprender. A atenção é fundamental na aprendizagem. O cérebro se modifica em contato com o meio durante toda a vida. A formação da memória é mais efetiva quando a nova informação é associada a um conhecimento prévio. Para você, essas afirmações podem não ser inovadoras, seja por causa da sua experiência em sala, seja por ter estudado Jean Piaget (1896-1980), Lev Vygotsky (1896- 1934), Henri Wallon (1879-1962) e David Ausubel (1918-2008), a maioria da área da Psicologia cognitiva. A novidade é que as conclusões são fruto de investigações neurológicas recentes sobre o funcionamento cerebral.

"O que hoje a Neurociência defende sobre o processo de aprendizagem se assemelha ao que os teóricos mostravam por diferentes caminhos", diz a psicóloga Tania Beatriz Iwaszko Marques, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), estudiosa de Piaget. O avanço das metodologias de pesquisa e da tecnologia permitiu que novos estudos se tornassem possíveis. "Até o século passado, apenas se intuía como o cérebro funcionava. Ganhamos precisão", diz Lino de Macedo, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), também piagetiano. Mas é preciso refletir antes de levar as ideias neurocientíficas para a sala.

A Neurociência e a Psicologia Cognitiva se ocupam de entender a aprendizagem, mas têm diferentes focos. A primeira faz isso por meio de experimentos comportamentais e do uso de aparelhos como os de ressonância magnética e de tomografia, que permitem observar as alterações no cérebro durante o seu funcionamento. "A Psicologia, sem desconsiderar o papel do cérebro, foca os significados, se pautando em evidências indiretas para explicar como os indivíduos percebem, interpretam e utilizam o conhecimento adquirido", explica Evelyse dos Santos Lemos, pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e especialista em aprendizagem significativa, campo de estudo de Ausubel.

As duas áreas permitem entender de forma abrangente o desenvolvimento da criança. "Ela é um ser em que esses fatores são indissociáveis. Por isso, não pode ser vista por um único viés", diz Claudia Lopes da Silva, psicóloga escolar da Secretaria de Educação de São Bernardo do Campo e estudiosa de Vygotsky.

Sabemos, por exemplo, com base em evidências neurocientíficas, que há uma correlação entre um ambiente rico e o aumento das sinapses (conexões entre as células cerebrais). Mas quem define o que é um meio estimulante para cada tipo de aprendizado? Quais devem ser as intervenções para intensificar o efeito do meio? Como o aluno irá reagir? "A Neurociência não fornece estratégias de ensino. Isso é trabalho da Pedagogia, por meio das didáticas", diz Hamilton Haddad, do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da USP. Como, então, o professor pode enriquecer o processo de ensino e aprendizagem usando as contribuições da Neurociência?

Para o educador português António Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa, responder à questão é o grande desafio do século 21. "A estrutura educacional de hoje foi criada no fim do século 19. É preciso fazer um esforço para trazer ao campo pedagógico as inovações e conclusões mais importantes dos últimos 20 anos na área da ciência e da sociedade", diz.

Ao professor, cabe se alimentar das informações que surgem, buscando fontes seguras, e não acreditar em fórmulas para a sala de aula criadas sem embasamento científico. "A Neurociência mostra que o desenvolvimento do cérebro decorre da integração entre o corpo e o meio social. O educador precisa potencializar essa interação por parte das crianças", afirma Laurinda Ramalho de Almeida, professora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e especialista em Wallon.

Para tornar mais claro o diálogo entre Neurociência, Psicologia e Pedagogia, NOVA ESCOLA mostra cinco conclusões neurocientíficas ligadas à aprendizagem. Confira, nos comentários dos especialistas, o que grandes teóricos dizem a respeito desses temas e reflita sobre a relação deles com sua prática em sala.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Bem vinda turma de 2015.1!

Bem vinda minha querida turma de 2015.1

Oi Gente!

É muito bom estar aqui falando pelo quarto ano consecutivo a respeito de Psicologia da Educação!
Espero que voces gostem desse blog que é o complemento da nossa sala virtual no ava Nead UFRR.
Aqui vocês poderão complementar os estudos do blog, ver o que os colegas de anos passados já postaram e também postar algo que seja interessante.
Para que voces tenham um bom desempenho no blog, voces devem ir aos tags ao lado direito e procurar os assuntos que queiram entrar, como esse blog tem 4 anos muitas coisas foram sendo incorporadas a medida que as turmas entravam, mas verifiquem ao lado as informações. O ano de 2011 é o que terá mais materia publicada. Façam uma boa viagem ao conhecimento!
AO ENTRAREM NO SITE SEJAM SEGUIDORES = VÁ AO LADO ONDE TÊM AS FOTOS DOS COLEGAS DE VOCÊS  E FAÇAM A INSCRIÇÃO PARA SEREM SEGUIDORES DO BLOG.

Sintam-se em casa!!
abraços!
Gisele

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

OFICINA de didática na UFRR no Seminário de práticas docentes




OFICINA Didáticas relacionadas ao uso das tecnologias de informação e comunicação dentro de sala de aula.
 
OBJETIVOS: Aprender sobre os recursos tecnológicos para dinamizar as didáticas de sala de aula.
Conscientizar o aluno ao uso consciente das tecnologias.
Instrumentalizar o aluno(professor) para o uso dos recursos e ferramentas tecnológicas em sala de aula.
Desenvolver segurança no aluno(professor) para a utilização dessas ferramentas.
 
Esta oficina baseia-se na apropriação do professor de alguns recursos de tecnologia para melhorar sua comunicação e o ensino e aprendizagem dos alunos. Estende-se a todos os professores da UFRR.


  RESUMO
Inicialmente gostaríamos de retratar uma realidade brasileira percebida em casa, nas ruas, no trabalho e na vida, que é a invasão da tecnologia de informação e comunicação. Essa invasão que atinge a sociedade como um todo reflete na vida acadêmica e na relação professor e aluno.
Segundo Alexandre Costa e Silva (2013) em sua reportagem Apesar da crise, crescimento do setor no Brasil deve ser maior que a média Mundial, elucida nos que apesar de o Brasil estar sofrendo com uma crise na economia as famílias brasileiras decidem priorizar investimentos em computadores, celulares e banda larga de qualidade na intenção de dar melhor qualidade à educação dos filhos.
Percebe-se nos cursos de formação de professores, principalmente nas regiões onde o descaso pela qualidade de ensino é mais evidente. O despreparo desses cursos, em não oferecer aos futuros professores uma didática e metodologia que os ajudem a atuar como docentes em um mundo tecnológico e conectado vem trazendo um serio comprometimento ao ensino básico e fundamental, visto que o professor não consegue falar a mesma língua dos alunos.
De acordo com o IBOPE Nielsen Online, o número de usuários ativos de Internet em residências teve um aumento significativo e atinge milhões de pessoas que acessam frequentemente a web e cerca de mais 50% das famílias da classe C já possuem acesso à Internet.
Mas para garantir boas condições de Educação professores procuram se atualizar fazendo cursos voltados para a sua formação direcionados ao uso das tecnologias de informação e comunicação oferecida nos Núcleos de Educação a Distancia, em especializações e em diversas oficinas ofertadas pelas universidades publicas e particulares.
      A fim de colaborar com as ofertas voltadas as didáticas para o uso das tecnologias de informação e comunicação é que propomos nossa oficina. Essa oficina tem o caráter de informar e instrumentalizar professores, futuros professores e comunidade em geral para o uso de algumas ferramentas atuais e mais utilizadas pelos alunos por meio da internet na colaboração e no dialogo professor e aluno, investindo assim na qualidade da Educação.
         A oficina trará aos inscritos algumas didáticas, que quando bem utilizadas para o uso consciente da pesquisa e do conhecimento imerso no ambiente virtual podem oportunizar ao professor uma nova maneira de lidar com as questões, hoje tão eminentes, como as dificuldades do professor em não apoiar o uso do computador e do celular dentro de sala de aula, causando uma ruptura no dialogo entre a vida cotidiana e a vida acadêmica.
         Para isso será ministrada 4 horas de oficina que deverá oferecer métodos e ferramentas para a utilização do blog e do facebook a serem incorporadas na pratica do professor que pretende atuar nos dias de hoje. Devido ao pouco tempo da oficina outros recursos tecnológicos como a Plataforma Moodle e aplicativos de celulares não serão olhados.
        O objetivo da oficina é instrumentalizar o professor para o dialogo com o aluno dentro do contesto tecnológico e atual em que vivemos.


      Fazendo uma ponte com a disciplina Psicologia da Educação, podemos perceber que uma das teorias aplicáveis a esse tipo de didática é a de Ausubel cuja proposição é a aprendizagem significativa.
         Ausubel distingue dois tipos de aprendizagem que pode ocorrer na sala de aula:

1. No que respeita à forma como o conhecimento é adquirido 2. Em relação ao modo como o conhecimento é posteriormente incorporada na estrutura de conhecimento ou estrutura cognitiva do aluno.

      Ausubel rejeita, assim como também Piaget, a suposição de que apenas compreende-se o que é descoberto, podendo ser compreendido, também, o que é recebido. Dando um novo conceito à experiência. "Um aprendizado é significativo quando você pode se relacionar, não arbitrária e substancial (não literalmente), como o que o aluno já sabe." (Ausubel) 
       Para a aprendizagem ser significativa são necessárias algumas condições: Primeiro, o material de aprendizagem deve ter um significado em si mesmo, ou seja, as suas diversas partes devem estar relacionadas com alguma lógica, privilegiando o todo ao invés das partes o que nos faz lembrar da Teoria da Gestalt.
       Em segundo lugar, construir um material significativo para o aluno, ou seja, ele deverá, necessariamente incluir estruturas de conhecimento que devam se relacionar com a vivência do aluno, com os estudos desenvolvidos por ele e por seu gosto de aprender. 
      Para alcançar a aprendizagem de um novo conceito, de acordo com Ausubel, você precisa  construir uma ponte cognitiva entre o novo conceito e a ideia mais geral já presente na mente do estudante. Esta ponte cognitiva chamado de organizador antecede a aprendizagem nova  a fim de facilitar a sua assimilação.
Gisele