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sábado, 14 de janeiro de 2017

RUBENS ALVES E A ARTE DE ENSINAR

RUBENS ALVES SEMPRE NOS FEZ PENSAR, FOI ELE QUE NOS TROUXE  A SABEDORIA DA ESCOLA DA PONTE, FOI ELE QUE TROUXE PARA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA O SENTIMENTO POSTO DE LADO, A EMOÇÃO. AGORA CONVIDO VOCÊS A CONHECÊ-LO UM POUCO MAIS.

A IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO DA VIDA E DA ÉTICA PARA A DIDÁTICA

Raramente iremos encontrar um bom professor, que tenha uma boa didática, que na sua vida pessoal seja um desorganizado, um atrapalhado e uma pessoa sem ética.
O reflexo da vida pessoal adentra sua vida profissional, por isso quanto maior conhecimento, sabedoria para levar e compreender a vida e o ser humano, maior possibilidade de sermos um bom professor.
Algumas técnicas didáticas se fazem necessárias de conhecermos, alguns livros, manuais, recursos e ferramentas precisamos apreender e utilizar, mas somente isso não garante ao professor uma boa didática, mas também aquilo que ele é como pessoa, o que ele tem compreendido de salutar na comunicação com o outro, a igualdade e a equanimidade entre o direito e o dever de ensinar e aprender são sabedorias indispensáveis para sermos um bom professor.
A profissão do professor interconecta-se com a sua maneira de ver a vida, podemos falar que vislumbrando esse momento profissional, que aqui nessa parte está aquilo que alguns autores e Paulo Freire chamam de lado político da profissão. Eu chamo de sabedoria, pois ao outro não me é imposto o direito de oprimir com aquilo que tenho de tão meu, cabe desse ponto de vista mediação necessária entre aquilo que é meu e aquilo que o outro, que ainda se forma, precisa entender. 
Meus desejos, minha certeza foi a minha história que me fez ter argumentos para lutar pelos meus ensejos políticos, isso é uma interpretação pessoal. Ao outro me cabe instruir e não doutrinar, pois a doutrina atravessa o direito do outro de pensar, de ser como é, e de orientar seu pensamento pelo seu ponto de vista e sua história, nesse momento, por mais que eu veja sentido no meu ponto de vista, eu tenho que ter respeito ao outro que ainda começa a andar e pode seguir o caminho que bem lhe desejar.

É uma reflexão necessária! É uma questão ética que se impõe ao lado político do professor!

PRESENTÃO MARAVILHOSO - AIKIDO: O CAMINHO DA SABEDORIA

QUER TER SABEDORIA?

QUER VIVER UMA VIDA HARMONIOSA?

LEIA ESSE LIVRO PARA A VIDA, PARA A GUERRA E PARA A PAZ.

LINK DO LIVRO: AIKIDO: O CAMINHO DA SABEDORIA

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

TENDÊNCIA PROGRESSISTA LIBERTÁRIA E FREINET







Ygor, meu aluno de Didática da UFRR, falando a respeito da Tendência Progressista Libertária e Freinet, no seminário da disciplina.
Parabéns Ygor, ótima vídeo aula!

domingo, 13 de novembro de 2016

Senadores votam PEC 55 inconstitucional

Infelizmente esse vídeo não se encontra em formato disponível para jogarmos no blog, mas é só acessar o link e terá explicações esclarecedores da PEC 55.

 http://educacaointegral.org.br/reportagens/senadores-expoem-insconstitucionalidade-da-pec-55-e-votam-em-separado/

SALA DE AULA INVERTIDA - FLIP CLASSROOM - APRENDIZAGEM ATIVA



ESSA DIDÁTICA VEM SENDO UTILIZADA COM UM APROVEITAMENTO MUITO BOM DE APRENDIZAGEM. ALGUNS PESQUISADORES COMO ARMANDO VALENTE E JOSÉ MORAN FALAM MUITO BEM DESSE ASSUNTO.


sábado, 22 de outubro de 2016

Curso de especialização em Educação digital do MEC

Curso gratuito, sua equipe se constitui com  renomados especialistas na área de Educação e tecnologia digital.
http://catalogo.educacaonaculturadigital.mec.gov.br/hypermedia_files/live//plac2/equipe.html

Portal digital é ótimo!

No Portal  Escola digital você encontra planos de aulas referentes às diversas disciplinas, com a utilização de recursos digitais para incrementar suas aulas.

Recorra a ele sempre que necessário:

 http://escoladigital.org.br/

Portal didático do MEC

Queridos alunos e visitantes. Vocês sabiam que o Ministério da Educação tem um Portal didático que nos auxiliam na elaboração e na escolha das didáticas relativas as aulas que devemos dar? Você sabia que esse portal também nos ajuda a escolher recursos digitais para serem incorporados às nossas aulas?

FIQUE DE OLHO:

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/index.html

Saiba mais a respeito de didática e tecnologia digital

https://disciplinas.stoa.usp.br/pluginfile.php/379367/mod_resource/content/1/ARQUIVO%202.pdfhttps://disciplinas.stoa.usp.br/pluginfile.php/379367/mod_resource/content/1/ARQUIVO%202.pdf

sábado, 15 de outubro de 2016

À todos os professores e alunos!
Educar é um oficio, é uma arte! Nosso instrumento de trabalho é didática que vamos aprimorando nos anos que nos fazem mestres, mas, mais do que isso, nosso sentimento essencial é  o respeito pelo desejo daquilo que o outro quer, se propõe e sonhou ser.  Somos condutores de seres humanos, que esperam e confiam que podemos oferecer-lhes a possibilidade de serem aquilo que um dia sonharam ser. (Gisele, 15/10/16)

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

O problema de aceitar a Reforma do Ensino Médio


Diante de todo o material que li e assisti, algumas coisas me chamaram  a atenção:

A questão do tão falado "Golpe", se expande para a questão da Reforma do Ensino Médio. Porque?
Muitos falam, falam e não explicam porque esse termo usado no impitimam  de Dilma Roussef veio parar na reforma do ensino médio.
Eu fui investigar. 
Quando utilizam o termo "golpe" para o impitimam eles demonstram que os poderes (Executivo- (presidente e o corpo executivo do governo)   Legislativo ( Câmara dos deputados e Senado) e o Judiciário ( Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), além dos Tribunais Regionais Federais)) se comportaram de maneira estranha, quebrando o compromisso ético e moral e de princípios que regiam esses poderes. Por exemplo, quando o Legislativo, de certa forma, tenta atravessar os mandos do poder executivo, isso se torna um comportamento de desordem.
Certo! Entendemos isso.
Agora vamos entender, porque o termo golpe veio parar na discussão da Reforma do Ensino Médio:
Levamos 4 anos, eu sou professora federal do corpo executivo da Nação, quando falo levamos 4 anos  somos todos nós da sociedade mais todos os conselheiros, secretários de educação, pais e mestres de todo o pais, nos reunimos para a discussão democrática do Plano Nacional da Educação- PNE que, diante dos esforços de todos juntamente com o poder executivo montou o PNE (2014 a 2024). Esse documento foi homologado pelo poder legislativo com a assinatura do poder executivo maior a presidente da Republica. (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm) 

Entendido isso, temos que entender que o PNE (2014- 21024) propos várias mudanças na Educação, inclusive para o Ensino Médio. Certo?

Assim com o recurso chamado Reforma do Ensino Médio o legislativo, tenta atropelar nosso PNE, feito pela nação e pelo poder executivo.

Entenderam agora?

Nossos índices do último IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica ) relatados pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), demonstraram um péssimo desempenho nos índices de aprendizagem do Ensino Médio, isso é realmente uma catástrofe.
A formação dos professores tem uma relação íntima com isso, que vem culminar no poder executivo, que está dentro das universidades federais, pois somos nós que formamos uma porcentagem dos professores do ensino médio ( pequena, a maioria se forma em universidades particulares avalizadas pelo MEC, que também é um órgão do poder executivo) .
Enfim, acho que esclarecemos a questão didaticamente!
Perguntas? Resolveremos juntos, pois não tenho todas as respostas...bjs



segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Estudantes do ensino médio falam a respeito da reforma

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/educacao/noticia/2016/09/24/ensino-medio-estudantes-querem-melhor-formacao-de-professores-e-dialogo--254190.php

Ensino médio: estudantes querem melhor formação de professores e diálogo

Alunos apontam necessidade de capacitação dos docentes e reivindicam voz ativa no seu aprendizado
Publicado em 24/09/2016, às 19h11
Inovar na sala de aula é desafio dos docentes.
Bobby Fabisak/JC Imagem
JC Online

Principais atingidos pela reforma do ensino médio, estudantes têm muitas dúvidas sobre a medida provisória que institui o Novo Ensino Médio. Eles concordam que a etapa de ensino precisa de melhorias e apontam a formação dos professores e o diálogo como os principais caminhos. Após a publicação da MP 746/2016, a Agência Brasil conversou com alguns estudantes de escolas públicas e particulares.
"Vão retirar disciplinas? Eu sou contra. São conteúdos como sociologia e filosofia que estimulam o pensamento crítico. Eu vou poder escolher o que vou estudar? Vão ter várias opções de ensino técnico? Se forem poucas, não vai adiantar", diz Jonathan Alves de Oliveira, 18 anos, estudante do 2º ano do Centro de Ensino Médio Setor Oeste, escola pública de Brasília.
Jonathan se descreve como interessado e alguém que aprende fácil. Atualmente, aluno do ensino médio noturno, diz que deixou o diurno porque não conseguia se concentrar. "É muita confusão, os estudantes são muito desinteressados, os professores ficam estressados", diz.
A reforma ganhou destaque após a divulgação dos dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mede a qualidade do ensino no país. Pelo segundo ano consecutivo, a meta estabelecida para o ensino médio não foi cumprida e a etapa está estagnada desde 2011. Uma reforma já está em tramitação na Câmara dos Deputados, por meio do Projeto de Lei (PL) 6480/2013. O governo justifica a edição de uma MP como forma de dar agilidade ao processo.
Agora o Congresso terá 120 dias para decidir se aprova a medida.
"O ensino médio é cansativo e desinteressante. Parece que tudo na sala de aula fica desinteressante, muita gente larga porque é chato", diz Marcos Fabrício da Silva, 18 anos, estudante do 2º ano do Setor Oeste. Segundo ele, o professor faz toda a diferença.  "Quando o professor tem uma boa didática, tem intimidade com os estudantes, ele consegue dar uma ótima aula. A formação do professor faz toda a diferença", acrescenta.
Atualmente, o ensino médio tem 8 milhões de alunos em escolas públicas e privadas. Segundo o Ministério da Educação, enquanto a taxa de abandono do ensino fundamental foi 1,9%, a do médio chegou a 6,8%. Já a reprovação no fundamental é 8,2%, frente a 11,5% no ensino médio.
Marcos foi um dos que largou o ensino médio por dois anos, por desinteresse.
Voltou a estudar para buscar uma vaga no ensino superior, quer cursar comunicação social. "Tem aulas que o professor só nos faz copiar, não tem debate, não tem diálogo, isso é ruim. Por outro lado, têm professores que te fazem aprender e você não esquece mais. Os professores são mais importantes que toda uma reforma", diz. Ao lado do colega, Jonathan concorda que o aprendizado depende dos professores.

VOZ ATIVA

Pesquisa divulgada essa semana mostrou que os jovens não estão satisfeitos com as escolas brasileiras. O descontentamento envolve aulas e material pedagógico e apenas um em cada dez estudantes de 13 a 21 anos diz estar satisfeito na avaliação desses quesitos.
A insatisfação com o atual cenário e com a forma como gestores conduzem a educação, aliadas a uma busca por maior participação, levou dezenas de jovens em várias cidades a ocuparem suas escolas.
O anúncio de uma reforma por meio de medida provisória foi vista como uma imposição a quem está na ponta: "Acho bastante preocupante e um retrocesso uma reforma ser feita dessa forma", diz Luiz Felipe Costa, de 19 anos, estudante do 3º ano, da Escola Estadual de Ensino Médio Arnulpho Mattos, no Espírito Santo, que participou das ocupações no estado.
"Hoje o ensino médio é velho e falido, não contempla os estudantes. Eu acho importante fazer uma reforma, mas isso deveria ser amplamente debatido", acrescenta.
Decisão difícil A MP torna a carga horária mais flexível e dá maior autonomia aos estados para decidirem a organização da rede. De acordo com a medida, 1,2 mil horas, metade do tempo total do ensino médio, serão destinadas ao conteúdo obrigatório definido pela Base Nacional Comum Curricular, que ainda será discutida.
No restante da formação, os alunos poderão escolher seguir cinco trajetórias: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas - modelo usado também na divisão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - e formação técnica e profissional.
Para Cecília, 16 anos, estudante do 2º ano do Centro Educacional Sigma, escola particular de Brasília, decidir que ênfase se quer dar aos estudos pode ser difícil para estudantes ainda em formação. "Eu sou muito indecisa, imagina ter que decidir isso. Não gostei da proposta", diz.
Assista esse vídeo e pense!!! Pense!!! Pense!!


DADOS DO IDEB 2015, ACOMPENHE:

http://portal.inep.gov.br/visualizar/-/asset_publisher/6AhJ/content/dados-do-ideb-2015-ja-estao-disponiveis-para-consulta

A meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º) para 2015 foi alcançada por 74,7% das redes municipais. O resultado demonstra o esforço dos municípios, que respondem por 82,5% das matrículas nesse nível de ensino na rede pública.

As metas não foram cumpridas nos anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º), apesar do índice ter evoluído. No Ensino Médio, a meta do Ideb não foi alcançada e o índice permanece estagnado desde 2011. O indicador relaciona o desempenho dos estudantes em avaliações de larga escala, obtidas pela Prova Brasil/Saeb, com dados do fluxo escolar, via Censo Escolar do Ensino Básico.

"Há evolução, mas em um nível aquém do que os estudantes brasileiros conseguem e merecem. Precisamos de uma reforma no Ensino Médio e de uma maior articulação das redes municipais e estaduais de ensino", defende Maria Inês Fini, presidente do Inep.

O índice nos anos iniciais do Ensino Fundamental vem evoluindo progressivamente desde que o Ideb começou a ser calculado, em 2005, permitindo o monitoramento das escolas e das redes de ensino. O Ideb passou de 3,8, em 2005; para 5,5, em 2015, superando as metas estipuladas. Este ano, apenas três estados não alcançaram as metas: Amapá, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Os anos finais do Ensino Fundamental também melhoraram no índice, passando de 4,2, em 2013; para 4,5, em 2015; embora não tenham alcançado a meta para este ano, de 4,7. Nesse nível de ensino as responsabilidades estão divididas: a rede estadual responde por 43,6% dos alunos e a rede municipal, por 41,7%. Cinco estados superaram a meta: Goiás, Ceará, Mato Grosso, Amazonas e Pernambuco.

O Ideb do Ensino Médio não alcançou a meta e mantém o índice de 2011. O objetivo era que chegasse a 4,3; mas o Ideb continua na casa dos 3,7. Apenas dois estados alcançaram a meta: Pernambuco e Amazonas. Quase a totalidade dos alunos está matriculada na rede estadual e o baixo desempenho reforça a urgência pela reforma do Ensino Médio, que vai flexibilizar e criar uma nova arquitetura capaz de atrair os jovens.

COMO É CALCULADO O IDEB

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é um indicador de desempenho da educação brasileira divulgado a cada dois anos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia do Ministério da Educação (MEC). O Ideb relaciona duas dimensões: o desempenho dos estudantes em avaliações de larga escala e a taxa aprovação. O desempenho é calculado a partir da Prova Brasil/Saeb, quando os estudantes do 5º e do 9º ano do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino médio são avaliados em Leitura e Matemática. Os dados de aprovação são verificados a partir do Censo Escolar da educação Básico, realizado anualmente. O Ideb é calculado para escolas e para sistemas de ensino que monitoram o seu desempenho em relação a metas individuais pactuadas com o governo federal. O índice varia de 0 a 10: quanto maior for o desempenho dos alunos e o número de alunos promovidos, maior será o Ideb.

O ENSINO EM NÚMEROS

Ensino Fundamental – Anos Iniciais (1º ao 5º ano) 
  • 117,9 mil escolas oferecem os anos iniciais nas redes pública e privada;
  • 15,5 milhões de alunos estão matriculados nos anos iniciais do Ensino Fundamental;
  • 10,5 milhões (68,1%) estão matriculados em escolas municipais. Esse total representa 82,5% das matrículas na rede pública;
Ensino Fundamental – Anos Finais (6º ao 9º ano)
  • 62,4 mil escolas oferecem os anos finais nas redes pública e privada;
  • 12,4 milhões de alunos estão matriculados nos anos finais do Ensino Fundamental;
  • 41,7% deles estão na rede municipal;
  • 43,6% deles estão na rede estadual;
Ensino Médio
  • 28 mil escolas oferecem o Ensino Médio nas redes pública e privada;
  • 8 milhões de alunos estão matriculados no Ensino Médio;
  • 23,6 % desses estudam no período noturno;
  • 84,4% estão na rede estadual, que concentra 97,1% das matrículas da rede pública
DESTAQUES NACIONAIS 
Conheça o Ideb 2015 de algumas das escolas com boas trajetórias de evolução no índice
Ensino Fundamental – Anos Iniciais/Rede Municipal
Emilio Sendim - Sobral/CE - 9,8
Francisco Severo de Araujo (EEF)- Massapê/CE - 9,6
Francisco Rufino (EEF) - Novo Oriente/CE - 9,5
Escola Municipal Adolpho Bartsch - Joinville/SC - 8,9
Álvaro de Almeida Professor (EMEF) - Valparaíso/SP - 8,6
Ensino Fundamental – Anos Iniciais/Rede Estadual
Engenheiro Marcio Aguiar da Cunha (EE) - Ipatinga/MG - 8,4
Doutor Arthur Bernardes (EE) - Sete Lagoas/MG - 8,3
Teodomiro Caldeira Leão (EE)- Aricanduva/MG - 8,3
Professora Carlota de Negreiros Rocha - Marília/SP - 8,3
Escola Estadual Professor Gilberto Mestrinho - Beruri/AM - 8,2
Ensino Fundamental – Anos Finais/Rede Municipal
Coração de Jesus (EMEIF) - Coreaú/CE - 7,4
Antônio de Paula Pessoa Figueiredo (EEF) - Massapê/CE - 7,3
Escola Municipal Pastor Hans Muller - Joinville/SC - 7,2
Santa Cruz (EMEF) - Farroupilha/RS - 7,2
Professora Maria Glaucineide Firmiano da Silva (EEIF) - Pentecoste/CE - 7,0
Francisco Alvares Florence (EMEF) - Novo Horizonte/SP - 7,0
Ensino Fundamental – Anos Finais/Rede Estadual
Escola de Aplicação do Recife (Fcap-UPE) - Recife/PE - 8,5
Colégio Tiradentes Polícia Militar de Minas Gerais - Patos De Minas/MG - 7,2
Colégio da Polícia Militar de Goiás - Unidade Dr. Cezar Toledo - Anápolis/GO - 7,2
Escola de Aplicação Professor Chaves Nazaré da Mata/PE - 6,9
Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra - Garanhuns/PE - 6,9
SERVIÇO
Os dados do Ideb estão disponíveis aqui 
Assessoria de Comunicação Social 
OUÇA E RESPONDA-ME! VOCÊ CONCORDA COM O PROF. MARO OU NÃO?
ENTENDA A REFORMA DO ENSINO MÉDIO.


domingo, 11 de setembro de 2016

É esse meu desejo para você Brasil! Eu te amo!
A didática influencia na aprendizagem do aluno, é certo!

https://youtu.be/QFyDWb3z0Ks